infecção estreptocócica

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Eu- Com um 2 tipos de patologia :

  • doença supurativa : pelo próprio gérmen (ex : abscesso)
  • doença não supurativa : pela toxina germe, síndrome pós streptococcique (ex : Hriaa, glomérulonéphrite pós streptococcique, eritema nodoso) com mecanismo imunopatológica.

II- bactériologie :

  • Com um 18 tipos de A- classificadas estreptococos>H e K>T. (os estreptococos gangable)
  • Em patologia humana, os mais comuns são o Streptococcus : Streptococcus "o + virulenta »-B-C-G.

III- Classificação de Lancefield :

  • Quem agrupa os chamados estreptococos agrupáveis ​​e não agrupáveis ​​"PSK eles n’não tem peptídeo C ".
  • Estes estreptococos secretam :

– Eritrogênica de toxinas que são responsáveis ​​pela escarlatina.
– Estreptolisinas O e S responsáveis ​​por’hemólise.
– Hialuronidase que é um factor de espalhamento de gérmen.
– Uma estreptoquinase responsável por’fibrinólise.
– Um streptoNADase que cliva a Coenzima A.
– DNAase que despolimeriza l’ADN.
– Uma protease que degrada determinadas proteínas.

IV- diagnóstico sorológico :

  • ASLO «ce n’não é um exame de certeza desde’existem falsos positivos e falsos negativos ".

V- Clinique :

  • reservatório estritamente humano : pele, nariz / esfera oral-genital garganta canal alimentar.
  • freqüência : sepsia estreptocócicas são menos frequentes do que aqueles Staphylococcus.
  • patogênese : A estreptococos são os mais comuns e os mais virulentos.
  • NB : temos endocardite em infecções estreptocócicas desde’existe uma comunidade antigênica entre o estreptococo e as válvulas e, portanto, os anticorpos direcionados aos germes’atacar as válvulas.
  • A virulência do germe depende :

– A capacidade do germe de conjunto.
– Resistência a’imunidade do sujeito.
– A multiplicação e disseminação (metástases sépticas).

WE- sépsis estreptocócica :

  • relativamente rara, excepto endocardite são frequentes.
  • Germe sensível à penicilina.
  • Difusão tromboflebítica de’uma porta’patente ou latente e raramente linfático de’linfangite.
  • Amigo’entrada : pele-orofaríngea ou dentária (especialmente nongroupables)- Trato Gastrointestinal vesicular (D estreptococos)-útero vaginal (GBS especialmente em neonatologia).
  • NB :

+ Se uma tem um bacteremia D ou nongroupables estreptocócica, a consequência clínica mais comum é’endocardite (portanto, pediu a ecocardiografia transtorácica quer ou transesofágico).
+ Se houver bacteremia estreptocócica ou enterocócica de Bovis, a busca por’uma lesão digestiva (estamos procurando uma porta’entrada e, ao mesmo tempo, fazemos uma endoscopia digestiva / fibro para eliminar d’outras etiologias responsáveis ​​pelas lesões).

VII- sintomatologia :

UMA- bacteremia Tabela :

Demonstração de sementes viáveis ​​no sangue.

  • calafrios, 39-40c ° febre, TEMPO, SPM (stade 1 ou 2, molas -> recente).
  • manifestações cutâneas : scarlatiniforme exanthème (raro), armário érysipéloïde, erupção cutânea vesicular pustulosa, púrpura ou nouure petequial.
  • articulares : arthralgie, artrite (serofibrinous ou purulenta).
  • Flebite dos membros inferiores.
  • metástases : pleura pulmonar (pleurisia), hepático (icterícia, HPM, seta hepática, raramente abcesso), músculo-esquelético, muscular e peritoneal.

B- Tabela de l’erisipela :

1- definição :

– C’é um dermo de hipodermite.
– Segue uma infecção focado que é devido a streptococcus PYOGENES.
– C’é uma infecção favorecida pela estase venolinfática, insuficiência venosa, linfedema congênito ou adquirido, trauma.
– O germe tem outro fator que é l’immunoallergie.
– Para o’erisipela, muitas vezes há uma recorrência (a doença é benigna, que curado, mas recaída) e não deixa sequelas.
– O organismo causador é susceptível à penicilina.
– etiologia estafilocócica isolado ou associado com o Streptococcus é possível.

2- Erisipela da face :

– início súbito, calafrios, 39-40c ° febre, dor local, mal-estar geral.
– Uma infiltração vermelho, quente, duro e doloroso que aparece perto da porta’entrada.
– rinite, infecção do ouvido ou uma infecção odontológica (lesões asas da borboleta).
– As lesões são limitadas por um contorno nítido de talão periférico, levantado, peau de vesículas recouverte leste en phlyctènes.
– O rosto é edematoso com ADP.

3- Erisipela dos membros inferiores :

– C’é uma lesão de’uma localização mais frequente que a do rosto, muitas vezes em uma mulher idosa, um obeso, venolymphatic com má circulação, mas também pode estar entre os principais esportes.
– Porta d’entrada é representada por ulceração trófica, o ponto LEAP, Também pesquisar e, especialmente, impetigo.
– início súbito, mesa d’uma perna vermelha grande, afiada e febril,
doloroso, o membro inferior é edematoso, tensionada pele quente e brilhante brilhante vermelho indurated, polvilhado com petéquias, nenhum grânulo periférico.
– A dor é acentuada pulsátil, exacerbada pela mobilização e ADP.
– Nós podemos ver lá’erisipela em d’outros locais : couro cabeludo, região abdominogénitale, nádegas, membros superiores (raro).

VIII- complicações :

  • Loco-regional ou sistêmica.
  • A propagação do germe ou infecção secundária por d’outros germes.

IX- Uma análise mais aprofundada :

  • FNS : hyperleucocytose.
  • VS élevée.
  • hemocultura.

X- diagnóstico sorológico :

ASLO.

XI- diagnóstico diferencial :

  • outros sepse : estafilocócica, BGN…etc.
  • Para o’erisipela : infecção estafilocócica maligno da face.

XII- tratamento :

  • Quando é’age de’um estreptococo diferente de B, D enterococos e penicilina monoterapia suficiente (1-2M Ul / J).
  • Quando é’age de’um estreptococo B, D e enterococos (problema da resistência), ele irá associar a penicilina com um aminoglicosídeo (Gentamicina OU amicacina).
  • Duração do tratamento :

Para o’erisipela : 10-15 dias.
para sepse : 15-20 dias.