refluxo gastroesofágico « RGO » e suas complicações

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Eu- definição :

  • A passagem através da cárdia, d’parte do conteúdo gástrico no’esôfago, independentemente de qualquer contração da musculatura gástrica.
  • fisiológica DRGE existe na maioria dos indivíduos, principalmente após as refeições. por definição, ele não está’não acompanha nenhum sintoma, ou lesão da mucosa esofágica.
  • por convenção chamado DRGE, refluxo patológico, caracterizado por sintomas e / ou as lesões da mucosa, originadas por esofágica contacto muito frequentemente e / ou demasiado longo de conteúdo gástrico com a mucosa esofágica.
  • Na maioria dos casos, GERD é ácido, alcalino raramente.

JUROS :

*c’é uma patologia extremamente comum.

*geralmente benignos, pode ser complicada por estenose, hemorragia, EBO.

^ O tratamento : -médico : IPP

  • O tratamento cirúrgico tem as suas indicações específicas.
  • Tratamento endoscópico em andamento’Avaliação.

II- Lembrete anatômico do’esôfago :

1- anatomia Gross :

C’é um canal musculo-membranoso que conecta a faringe à cárdia.

Ele mede 25 centímetros de comprimento e 2 cm de diâmetro.

É dividido em esôfago cervical (4cm); torácica (18cm) et abdominal (2-3cm).

Na sua junção superior existe uma válvula de chamada SSO.

Na sua junção inferior não tem função de esfíncter esfíncter anatómica mas fisiológico "zona de alta pressão"

2- Phvsiologie de l’esôfago :

UMA – Fisiologia do corpo’esôfago :

1- resto estudo :

pressão intraluminal negativa em relação à pressão atmosférica.

2- peristaltismo primária :

-A deglutição causa a propagação de’uma onda contrátil da faringe para’para o corpo do’esôfago.

3- peristaltismo secundário :

-Este peristaltismo é induzida pela distensão do esôfago e refluxo ácido, ele tem um papel na depuração.

B- Fisiologia do esfíncter inferior de l’esôfago :

1- Estudo em repouso : C’é uma área de alta pressão

2- Estudo após engolir :

-WIS tem um relaxamento para a duração da deglutição.

-O WIS relaxamento transitório (RTSIO) l-2h ocorre após a deglutição desencadeada pela distensão gástrica = DRGE fisiológico.

III- Mecanismo de RGE e factores predisponentes predisposição :

1- multifatorial complexa.

2- Resulta de’um desequilíbrio entre :

Fatores de defesa que protegem o’esôfago :

  • A barreira anti-refluxo : principalmente apresentado pela ORC eo músculo diafragma
  • Apuramento do’esôfago:
  • recarga física = peristalse esofágica secundária
  • Depuração = tamponamento química de bicarbonato de secreção salivar
  • resistência do tecido.

fatores agressivos do conteúdo do estômago :

  • acidez gástrica.

-Volume ea natureza do conteúdo gástrico.

3- Mecanismos de GERD :

UMA- A falha da barreira anti-refluxo :

* WIS relaxamento transitório : RTSIO Em pacientes com DRGE há’um aumento na frequência de relaxações transitórias do LES que são independentes da deglutição, especialmente quando deitado.

* Hipotensão você SIO.

* hernie hiatal :

– Remove ângulo de His ea ação da libra diafragma.

– hérnia hiatal dissocia o SIO do diafragma que se sobrepõem anatomicamente e predispõe a DRGE

Uma hérnia hiatal leva a um aumento da estimulação do desencadeamento de RTSIO e ao seqüestro de’ácido na bolsa hernial pode predispor ao refluxo ácido.

B- Depuração prejudicada de’esôfago : por desordem da peristalse esofágica e / ou salivação anormal.

C- Fracasso da resistência mucosa esofágica,

D- Retardando gástrica empate esvaziamento resultando :

  1. distensão gástrica - ^ aumento TLESR.
  2. estimula a secreção de ácido gástrico.

E- Composição do material de ris refluxo :

GERD é principalmente o ácido de secreção de ácido gástrico.

DRGE podem ser misturados contendo secreções secreções pancreáticas-biliar com ácidos.

DRGE pode ser puramente alcalino gastrectomia tão total.

IV- Manifestafions clínicos :

tipo Descrição: DRGE não complicada

1- sintomas típicos :

  • Uma sintomatologia típica f—’está presente apenas em metade dos pacientes.
  • Os sintomas típicos são :
  1. – le pirose, definido por um ascendente esternal retro queima, mais pós-prandial, posicional(ante flexão do tronco, decúbito).
  2. – indigestão ácida Eles especificidade 90%.
  • Os sinais de’faltam alarmes, mas devemos buscar sistematicamente : hemorragia digestiva, dysphagie, odynophagie, massa abdominal, alteração de’doença, anemia ; emagrecimento.

2- sintomatologia atípica :

dental sintomas
digestivo
manifestações
O.R.L
manifestações
pulmão
manifestações
Pseudo
coração
  • gengivites
  • A cárie dentária repetidamente
  • azia
  • náusea
  • eructações
  • rouquidão
  • faringite crônica
  • Posterior laringite crônica
  • tosse noturna
  • dispnéia pieira
  • infecções respiratórias recorrentes
  • dor apelido- angina
  • dor no peito retro-esternal

V- exames complementares :

1- FECHE :

* assistemática

*n’é positivo que’no caso de’esofagite péptica "não permite’excluir o diagnóstico de’DRGE se negativa "

*11 existem muitas classificações permitindo que d’estabelecer a severidade do’esofagite.

/O mais utilizado é a classificação de Savary-Miller / mais recentemente a classificação simples Los Angeles e reprodutível, cujas complicações são excluídos (estenose e Barrett).

De Savary e classificação Miller

Stade 1: isolado erosão
Stade 2 : erosões confluente, mas não circunferencial
Stade 3 : erosões confluente e circunferencial
Stade 4 : complicação : úlcera esofágica – estenose péptica, endobrachyoesophage

Classificação de Los Angeles

Nota A Um ou mais "lacunas mucosa" não superior 5 milímetros
Grau B Pelo menos uma "violação mucosa" mais 5 mm sem continuidade entre as partes superiores das duas dobras de mucosa
grau C Pelo menos um "mucosa violação" que se estende em continuidade entre os topos das várias pregas da mucosa,
mas não circunferencial
grau D "Breach mucosa" circunferencial

OGDF INDICADAS NO 5 SITUAÇÕES :

  1. Era > 50 anos
  2. Sinais de’alarme
  3. sintomas atípicos: A fins de diagnóstico
  4. tratamento inicial falhou adequadamente conduzida
  5. pré-operatória

2- metry PH de 24 horas :

  • C’é’exame de referência, incluindo reprodutibilidade, A sensibilidade e especificidade são em torno 90 %.
  • é para gravar o pH no esófago inferior nas condições habituais, em 24 horas, através de um eléctrodo colocado em 5 cm- acima do SIO e conectado a um gravador digital portátil equipado com’um marcador de’caso o paciente possa ativar para relatar sintomas, refeições, Mudanças na posição…etc.
  • indicações:
  1. punição RGO sem œsophagite
  2. formas atípicos sem esofagite (normale FECHE).
  3. resistência tratamento médico

3- Le teste DC Outra IPP :

TRT é uma dose curta e de alta, administradas para fins de diagnóstico. Pode ser uma alternativa para o controlo do pH 24 horas.

4- outras explorações :

TOGD: inútil, exceto no caso de’HH, estenose.

manometria esofágica : saldo pré-operatório d’cirurgia anti-refluxo : verifique se há problemas no motor’esôfago, hipotensão du SIO.

cintilografia do esôfago

teste de infusão de ácido (Bernstein) : substituído metria de PH 24 h.

WE- EVOLUÇÃO :

  • DRGE é frequentemente uma doença crônica com recaídas frequentes.
  • No fim de’um acompanhamento de 5 para 10 anos, 2/3 pacientes se queixam de sintomas persistentes, imposição de uma TRT.
  • eu’evolução do’uma forma leve de DRGE, sem lesões graves d’esofagite, a uma severa ou complicada parece incomum.
  • As complicações são mais comuns em idosos e em pacientes com’esofagite grave.

VII- complicações :

1- esofagite de refluxo :

  • A complicação mais comum.
  • Na maioria dos casos, lesões de’esofagite não é grave. Eles não estão correlacionados com’intensidade dos sintomas
  • Numa minoria de casos, esofagite grave está presente.
  • Clinique : assintomática, RGO, Odynophagie, sangramento gastrointestinal, dysphagie.
  • FECHE : lesões identifica : eritema, erosão, úlcera.

2- estenose péptica :

  • Rétrécissement benin du calibre de oesophagienne luz aux lesões consecutivos de RGO.
  • 2 fases : reversível (edema, congestão vascular) e irreversível (fibrose).
  • Clinique : RGO, disfagia orgânica, emagrecimento, sangramento gastrointestinal.
  • FECHE :

– estenose curta regular, especialmente 1/3 diminuir ulcerada ou não.
– remover uma causas malignas, biópsias após expansão.

3- Endobrachyoesophage :

definição :

  • endoscópico : substituição da mucosa escamosa da’extremidade distal do’esôfago através da mucosa glandular.
  • histológico : presença da metaplasia glandular que pode ser intestino + + + para’origem da displasia (o mais comum) ou gástrica.

Clinique : RGO.

FECHE : coloração laranja-vermelho-se acima da junção gastro, EBO pode ser longo> 3cm ou curto.

f. evolução : pode evoluir para’adenocarcinoma de esôfago, c’é uma lesão pré-neoplásica.

VII- DIAGNÓSTICO :

1- POSITIVO DIAGNÓSTICO :

-> Sintomas típicos sem sinais de’alarme em um assunto sob 50 anos : Medical TRT imediatamente, sem a necessidade de novas investigações ;

-> sintomas típicos, com sintomas de’alarme ou com a idade >50 anos : FECHE.

-> sintomas atípicos, digestivo digestivo ou adicional : OGDF concluída, em l’ausência d’esofagite, por pHmetria esofágica

2- DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL :

  • Os sintomas típicos (pirose + regurgitação ácido) : especificidade 90% :
  • pirose dyspepsie, outra dor.
  • regurgitações pituite, mérycisme.
  • manifestações atípicas : ligando com DRGE.
  • Esofagite e estenose causa da estenose.

VIII- tratamento :

1- MAS :

  • Melhoria nos sintomas e qualidade de vida.
  • cicatrização de feridas em esofagite grave.
  • prevenção da recorrência
  • complicações de prevenção e TRT.

2- armas TRT :

UMA- TRT médica :

1- as mudanças de estilo de vida e postural :

– Elevar o nível do leito (cabeça) de 10 para 15 centímetros
– Evite grandes refeições especialmente à noite
– Não é’deite-se imediatamente após uma refeição
– Reduzir o peso se sobrepeso
– Retire o tabaco el’álcool
– Evite roupas apertadas.

2- procinético :

  • acelerar o esvaziamento gástrico.
  • pode contribuir para’melhora dos sintomas

3- antiácidos :

Associado ou não a alginatos neutraliza l’acidez gástrica

  • tem uma duração de’breve ação de’sobre 30 minutos.
  • rapidamente aliviar os sintomas, mas não são eficazes a longo prazo.

4- Os antagonistas do receptor H2 :

Eles melhoram os sintomas em metade dos casos e curam as lesões de’esofagite em um terço a metade dos casos.

5- Inibidores da Bomba Proton (IPP) :

– são muito eficaz como nos sintomas do que na cicatrização de lesões d’esofagite, com excelente tolerância.

6- Agonistas sobre o GABA : baclofen : A comprovada eficácia em TLESR

B- TRT chirurgical :

  • objetivo : reconstruir uma barreira anti refluxo.
  • métodos :

– fundoplication Total "Nissen" "melhor eficácia a longo prazo"
– fundoplicatura posterior parcial "Toupet" "baixa morbidade".
– outro : cardiopexie, desvio duodenal.

  • indicações :

– invalidar DRGE resistentes ao tratamento médico.
– RGO recidivante necessitant o IPP aux recours au cours longos
– O tratamento cirúrgico deve ser considerado em pacientes jovens sem comorbidade ou risco anestésico desde que o paciente seja plenamente informado dos possíveis riscos da cirurgia.

C- TRT endoscópica :

No processo de’Avaliação, vários métodos :

1- radiofrequência : tem o princípio de’induzir lesões térmicas da SIO e da cárdia.
2- endoscópica sutura = cardioplicature
3- implantação de próteses no cárdia

3- INDICAÇÃO :

UMA- estratégia inicial :

-> Os sintomas típicos e espaçadas (menos d’uma vez por semana), e em l’ausência de sintomas de’alarme -> tratamento demanda.

antiácidos, alginatos ou H2 dose baixa podem ser utilizados, esta prescrição deve ser’acompanhar’informações sobre medidas de higiene dietéticas e posturais.

-> Os sintomas típicos perto (uma vez por semana ou mais) em doentes sob 50 anos, sem sintomas de’alarme -> tratamento 4 semanas. un IPP, uma dose padrão anti-H2, pode ser usada. Se for bem sucedido, O tratamento deve ser interrompido. se’ineficácia ou recorrência precoce, endoscopia deve ser realizada.

-> Uma endoscopia deve ser realizada se o assunto é mais velho do que 50 anos ou em caso de sintomas de’alarme.

no’ausência d’esofagite ou em caso de’esofagite leve : tratamento 4 semana por anti secretor, preferivelmente PPI, deve ser considerada. Se eu’a endoscopia foi justificada por falha terapêutica, dose completa PPI deve ser utilizada.

se’esofagite grave (circunferencial) ou complicações : terapia de PPI na dose completa para 8 semanas devem ser realizadas e seguidas de’uma verificação endoscópica para verificar a cicatrização de lesões anatômicas.

no’ausência de cicatrizes ou remissão sintomática, Um aumento doses devem ser considerados.

-> Se os eventos extra-esofágicos : dose padrão PPI ou dose dupla para 4 para 8 semanas, sous réserve que le diagnóstico de RGO établi cúpula.

B- Estratégia de Longo Prazo :

  1. O tratamento inicial deve ser interrompido quando’permite o desaparecimento dos sintomas.
  2. recorrência de sintomas espaçados (esofagite sem ou com uma esofagite não grave), o paciente pode ser tratado de forma intermitente
  3. no caso de’esofagite grave ou complicada.’esofagite grave ; devido à recorrência quase constante de sintomas e lesões esofágicas no’pare anti secretory ; recomenda-se prescrever uma dose mínima eficaz PPI longo prazo.
  4. Recaídas frequentes ou precoces’pare o tratamento, qualidade retumbante de vida, impor tratamento de’manutenção pelo PPI em doses apropriadas, buscando a dose mínima eficaz.

C- complicações TRT :

1- A estenose péptica :

  • Traitée en continu por IPP, geralmente em doses elevadas.
  • Si dysphagie : dilatação endoscópica (Balão ou velas) + IPP.
  • A cirurgia é discutida em caso de’falha na estratégia médica :

2- eu’endobrachyoesophage :

  • Sintomática ou associada a esofagite : IPP.
  • endoscópica e vigilância histológico é essencial em pesquisa de alto grau de displasia e carcinoma in situ.

IX- CONCLUSÃO :

RGO = questões Pathologie => Pb fisiopatologia multifatorial saúde pública
O diagnóstico geralmente é fácil, mas você tem que evocam De manifestações atípicas da frente.
eu’endoscopia f—’não é sistemático.
eu’evolução é frequentemente crônica.
As complicações são raras, mas podem ser graves.
Reduzindo o’ataque clorídrico é muito eficaz ( IPP ++ ) mas não cura a doença.
Cirurgia tem indicações específicas.

Curso do Dr. L. Belghazi – Faculdade de Constantino