úlceras de perna

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Eu- Introdução :

eu’úlcera de perna é definida como uma perda de substância crônica da pele sem tendência espontânea a cicatrizes. Ele não está’não aja’uma doença em si, mas uma complicação de’uma doença vascular subjacente, geralmente de longa data ou grave, que regula o prognóstico e o tratamento terapêutico.

II- epidemiologia :

predomínio 1 para 1,3 %.
O risco aumenta com a idade e há uma prevalência em torno de pico 70 anos.
As mulheres são mais afetadas que os homens.

III- fisiopatologia :

UMA- úlcera venosa :

→ A fisiopatologia da’úlcera venosa pura da perna é hipertensão venosa ambulatorial que pode ser secundária a :

  • refluxo das veias superficiais e perfurantes (doença venosa essencial).
  • Refluxo e / ou obstrução nas veias profundas (etiologia postthrombotique).
  • A deficiência da bomba muscular da panturrilha.

→ L’hipertensão venosa ambulatorial leva a anormalidades da microcirculação e dor nos tecidos.
→ Nessas integuments, um pequeno trauma simples pode ser’origem de’úlcera.

B- úlcera arterial :

→ As lesões cutâneas observadas estão diretamente relacionadas à’isquemia por padrão de perfusão arterial do membro.

IV- Diagnóstico :

É baseado em um exame clínico cuidadoso :

1- úlcera :

eu’O exame clínico determina :
→ O número de’úlceras
→ O tamanho ;
→ Seat e personagem united- ou bilateral ;
→ O fundo
→ L’importância de’exsudare
→ L’aparência da borda

2- Pele úlcera pereceu :

Raramente é normal,. Ele reflete complicações vasculares cutâneas da doença subjacente.

Artériopathie : A pele é branca ou cianídrico, frio, brilhante e depiladas.

insuficiência venosa : manifestada por :

  • edema : inicialmente Vesper, agravado por’ortostatismo antes de se tornar permanente com o’idade das lesões.
  • lesões dermo-epidérmicas : placas eritemato-squameuses, CASTROTHEODORICIENS, geralmente iniciando na região maleolar interna e pode’estender para o resto da perna. Eles são varizes éaalementappeléeseczéma.
  • dano capilar :

– A dermatite de estase, que forma grandes armários, um vermelho arroxeado precoce e depois marrom devido a depósitos indeléveis de’hemossiderina.
– A atrofia Branco : está na forma de placas e ivoirinesparfoisparcouruesdefinestélangiectasies atróficas.
– hipertróficas capilares que têm um aspecto peludo capilar maleolar ou dorso do pé.

  • Lesões de’hipodermite

– eu’hipodermite aguda ou subaguda que se manifesta por uma grande perna vermelha e dolorosa,
– o Lipodermatosclérose (hypodermite scléreuse) : a pele é esclerosada, muitas vezes pigmentada e impossível pitada.

Nb : No mesmo paciente, vários tipos de lesões podem’associado.

3- exame vascular :

Todas as úlceras de perna justificar um exame clínico vascular completa.

interrogatório : esta pesquisa :

  • Sinais de’insuficiência venosa : dor tipo cólica em repouso, edema Evening.
  • Sinais de’artériopathie : intermittente claudicação, dor decúbito.
  • história pessoal ou familiar de varizes, trombose venosa profunda.
  • A história obstétrica
  • factores de risco vasculares : diabetes, hipertensão, distúrbio metabólico, fumador, …

exame físico : inclui

  • Palpação de pulsos periféricos
  • Ausculta das artérias dos membros e pescoço ;
  • A busca de varizes e sua localização.
  • A busca de telangiectasias e veias reticulares do tornozelo e pé.

4- Avaliação do grau de deficiência locomotora :

→ pacientes incapacitados por um tornozelo rígido, osteoartrite do quadril, osteoartrite do joelho, deformidades do pé ortopédicos, têm menos chance de sucesso do tratamento e recuperação funcional.

5- GERAL REVISÃO SOMÁTICA :

interrogatório :

  • Especifique história de tratamento (tomando contraceptivos orais).
  • Esclarecer ocupação do paciente, que no caso de’ortostatismo prolongado pode piorar a insuficiência venosa.
  • Aprecie o’atividade esportiva ou estilo de vida sedentário do paciente.

exame físico :

  • Olhe para os sinais de insuficiência cardíaca, renal ou hepática.
  • A pressão arterial e peso.
  • Procure patologias sistêmicas que possam piorar a’hipóxia da pele: anemia, insuficiência respiratória crônica.

Após este cinco vezes exame, será possível’discutir as principais causas de’úlcera.

V- etiologia :

As causas continuam dominadas por causas vasculares : eu’insuficiência venosa crônica : 60-70 %, etiologias arterial : 10% e misturado : 20%

UMA- úlcera venosa :

1- Clinique :

→ Os caracteres de l’úlcera é sugestiva. É na maioria das vezes :

  • Único
  • superficial
  • grande
  • Os bordos são de espuma de
  • limpa falha fundo, fibrina ou, inversamente, vermelho e florescente.
  • pouco doloroso, s’há dores, eles aparecem com mais frequência durante’ortostatismo, e são aliviados pelo elevação das pernas
  • A partir do banco perimaleolar, sobrejacente maléolo interno ou externo

→ A pele ao redor da úlcera é a sede das Características complicações tróficos : dermo-epidermidis, paniculite capilaridade ou mais ou menos associado (veja acima).

→ L’O exame vascular mostra varizes enquanto a’exame arterial é normal.

2- Para-clinique :

Vai completar a avaliação da doença venosa.

O ultra-som Doppler : só é necessário e exame suficiente, pode-se destacar as seguintes :

  • síndrome refluxo superficial, assinando a presença de veias varicosas.
  • A síndrome do refluxo profundo, sinônimo de síndrome pós-flebite.
  • Um sinal profundo de síndrome obstrutiva’flebite aguda.

outros exames : flebografias, eu’Tomografia computadorizada ou ressonância magnética nuclear (RMN), o capillaroscopie, eu’endoscopia venosa não é um método de’Uso atual.

B- ARTERIAL ÚLCERAS :

1- Clinique :

→ Classicamente, ele é’atos de pacientes acima de 45 anos que se queixam de claudicação intermitente por meses, mesmo anos, caracterizada pelo aparecimento de cãibras nos bezerros ou coxas após uma certa distância percorrida.

→ Quando o’arteriopatia é mais avançada, o, são dor de repouso.

→ L’aspecto e topografia do’úlcera são características :

  • úlceras simples ou múltiplos, muitas vezes
  • escavação
  • As bordas íngremes, muitas vezes com uma extremidade cianogênica
  • O fundo lento, sem tendência brotamento
  • A dor geralmente é intensa, difícil de controlar a dor, melhorada quando as pernas estão preso à cama ou quando o paciente está em pé.
  • Suspenso ou topografia distal (dedos).

→ A pele ao redor da úlcera é pálida, seca, estourado e atrófica. Geralmente frio no defeito de perfusão por palpação, ou raramente ver de calor normal aumentou em diabéticos com hiper-vascularização distal

→ L’exame vascular mostra uma abolição de’um ou mais pulsos periféricos.

2- Para-clinique :

Testes adicionais nos permitirá fazer um balanço da doença arterial.

eu’Ecografia Doppler : ele vai mostrar o nível eo tipo de lesão

angiografia : especifica a sede do’obliteração, tem um comprimento, detecta placas ateroscleróticas que provavelmente’ernbolizador e será essencial para a decisão operacional.

A medição de P02 transcutânea : reflete’oxigenação da pele. Sua medida é tomada em conta na decisão e o nível de uma possível amputação.

outro : A causa mais comum de úlceras arteriais é representado por doença ateromatosa que requer equilíbrio é duplicada :

  • Um estudo da distribuição da doença arterial (eletrocardiograma [ECG], Doppler dos troncos supra-aórtico)
  • Um estudo dos fatores que contribuem (diabetes, HTA, Dyslipidémie …)

NB : Em um número significativo de casos, as duas causas são destacadas em simultâneo, fazendo aposta’úlcera arterial e venosa mista.

C- OUTROS causas vasculares :

1- eu’úlcera angiodérmica necrótica :

→ Ocorre principalmente em mulheres após a 60 anos e em um campo de’hipertensão arterial velha e tratada e / ou diabetes.

2- úlceras vasculite :

D- CAUSAS NÃO VASCULAR ÚLCERAS :

1- Úlceras de’origem infecciosa :

→ L’impétigo, na variedade de profundidade (eu’ecthyma) executará uma pequena ulceração necrótica, frequentemente em elevados bordas inflamatórias, doloroso.

→ Infecções crônicas podem causar úlceras por’intermediário de goma.

2- Úlceras de’origem hematológica :

→ desordens mieloproliferativas (policitemia vera, thrombocytémie…)

→ A dysglobulinémies.

→ hemolítica anemia congênita : a doença das células falciformes, thalassémie…

→ Os distúrbios da coagulação.

3- outro :

Síndrome de Klinefelter, úlceras’origem neurológica, …

WE- evolução- prognóstico :

uma- úlcera venosa :

→ L’Úlcera varicosa tratada adequadamente progride, em boa posição, favoravelmente mas com um risco de recorrência e cronicidade.

→ L’úlcera pós-trombótica é mais rebelde,

b- úlcera arterial :

→ Pode curar se um tratamento etiológico é possível (bridging, dilatação…).

→ Em tabelas avançadas ou após eventos isquêmicos agudos, a decisão de’amputação de membros às vezes é necessária.

VII- complicações :

1- A dermatite de contato :

→ Eles são comuns, devido ao grande número de produtos tópicos.

→ Eles são limitados no início à zona d’aplicação do produto, mas que pode transmitir remotamente secundariamente.

2- superinfecção microbiana :

→ A presença de germes sobre uma úlcera não é um fenómeno patológico (liquidação)

→ Em alguns casos, eu’úlcera pode representar a porta de entrada’entrada d’uma infecção de pele clara,

Pense nisso antes de :

  • dor local aumentou.
  • Inflamação das bordas.
  • linfangite.
  • febre.

3- lesões músculo-esqueléticas :

→ Eles são muito comuns : talas e osteoperiostitis =>anquilose do tornozelo.

4- hemorragia :

→ Ocorre frequentemente como parte de’úlceras venosas : mostram mas normalmente controlada por uma simples compressão prolongada.

5- carcinoma de células escamosas :

→ Sua ocorrência é rara, mas não excepcional. .

→ Pense nisso antes :

  • A cronicidade de’úlcera sem qualquer melhora, apesar de um tratamento bem gerenciado
  • eu’início da dor
  • A hemorragia locais
  • granulação excessiva

VIII- tratamento :

UMA- GERAL TRATAMENTO :

→ atualização das vacinas de tétano.

→ dor Treat dependendo da causa e prescrever analgésicos, se necessário.

→ A saúde pessoal :

  • Tratar os factores de risco e / ou co-morbidades : cessação do tabagismo, equilíbrio de’diabetes, actividade física adaptada (fisioterapia se necessário).

B- LOCAL TRAITEMVIENT ÚLCERA :

I inclui três fases :

1- A fase de desbridamento :

→ Seu objetivo é’remover detritos celulares e crostosos acumulados na superfície do’úlcera.

→ É principalmente mecânica.

→ Uso sistemático de’anti-sépticos f—’não é indicado em l’ausência d’infecção declarada.

2- fase de brotamento :

→ Apela para’uso de três tipos de produtos

  • As limpezas gordas
  • Hidrocolóides e hydrocellular.
  • Les alginatos de cálcio

→ Em caso de brotamento excessivo l’uso de dermocorticóide ou nitrato d’dinheiro ajuda a reduzir a brotação

3- A fase réépithélialisasation :

→ Ele usa o mesmo tipo de produtos, como antes.

→ Pode ser proposto aos enxertos de pele do paciente conseguindo que terão um efeito analgésico poderoso e permitem encurtar o tempo de cicatrização / O uso de factores de crescimento (EGF) ou substitutos de pele é também útil.

C- A PELE TRATAMENTO PERI-ULCERATIVA :

→ Complicações tróficas de’insuficiência venosa justifica sistematicamente o uso de uma compressão elástica.

D- Etiológico TRATAMENTO :

É essencial quando se encarrega de’uma úlcera.

1- úlceras venosas :

  • suporte elástico
  • escleroterapia.
  • Cirurgia’veias
  • O treino de marcha.
  • o veinotonic.
  • Crenoterapia (tratamento de spa)

2- A úlcera arterial :

  • tratamento médico : vasodilatadores.
  • O tratamento cirúrgico

3- Úlcera venosa misturados predominantemente :

  • Assuma o controle l’arteriopatia obliterante dos membros inferiores.
  • Mudança de compressão sob supervisão médica.

E- RELAPSE PREVENÇÃO E prevenção de úlceras :

1- prevenção de recaídas :

  • Cirurgia’insuficiência venosa superficial e uso de’uma disputa.

2- prevenção de’úlcera :

  • Prevenção de’úlcera é a da doença pós-flebítica : tratamento correcto de trombose, Reconhecimento das pessoas em risco, …

IX- Conclusão :

  • Na frente de uma úlcera de perna, ele deve fazer um exame clínico cuidadoso, não só da úlcera, périulcéreux do membro afetado tegumento, mas também o contexto geral.
  • Podemos usar exames adicionais para esclarecer as’etiologia que permanece amplamente dominada por causas vasculares.
  • Os meios de processamento locais devem ser adaptados às três fases evolutivas sucessivas de úlcera : desbridamento, em botão, epithelialization.

Curso do Dr. MANSOUL Tarek – Faculdade de Constantino