Paralisia obstétrica do plexo braquial

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Eu- NTRODUÇÃO :

1- definição :

  • C’é uma paralisia traumática do plexo braquial que ocorre no momento do nascimento, na maioria das vezes após um parto difícil Íons do’expulsão
  • também pode ser uma linha por mau posicionamento uterino cesariana.
  • Pode ser parcial ou total do braço e / ou lado.

2- epidemiologia :

  • Rara em crianças : 0.05 – 0.145%
  • predominância ligeira em homens : 51%
  • 2x maior do Direito / esquerda
  • raramente bilateral : 1.5- 5 %
  • Apesar dos avanços na PEC obstétrica, paralisia obstétrica f—’não desapareceu e permanece estável. Alguns factores estão correlacionados para a sua ocorrência .

fatores maternos :

Primiparidade se a tomada de peso vértice > para 20 kg durante a gestação

factores fetais :

O peso ao nascer > 4 Kg, se apresentação cefálica.
Prematuridade em caso de apresentação pélvica

fatores obstétricos :

Distócia de ombro encontrado em 80-90 %
Alongar a duração da fase de expansão compromisso final da apresentação fetal

II- Anatomia Descritiva :

do plexo braquial
  • PB é formada pela união de Br. Ant dezembro N.R C5 DI + C4 da anastomose
  • Garante a’inervação sensorial e motora da cintura escapular e EM

Constituição : que consiste de

  • troncos primária (TP) = TP Sopas(C5C6 e C4 anast), TP Moy(C7),TP LNF(C8Dl)
  • troncos secundária (TS) = Os TP são divididos em Br Ant e Post então s’anastomose para dar TS. TS antero-Ext = Br formiga TP Sup + Br formiga TPMoy.

TS Post = Br pós des 03 TP.
Antero TS-Int = TP Brant Inf.

Localização e Relatórios : ele é comparado com uma base de triângulo cervical interno( NO) e vértice externo (axila).

  • TP região localizada do desfile escaleno
  • TS região rétroclaviculaire localizado
  • Terminais Br estão localizados axila

III- FISIOPATOLOGIA DANOS :

* PATOLOGIA de lesão do nervo (CLASSIFICAÇÃO DE SEDDON) :

– Submetido a traco, o nervo desenvolvimento (03) tipos de lesões :

neurapraxia = Alongamento sem costura da bainha do nervo interrupção localizada da recuperação de condução do nervo é rápido ( 2 3 meses)

axonotmese = interrupção da continuidade do’axônio em relação à bainha de Schwann, era uma regeneração axonal espontânea

neurotmese = interrupção completa de l’axônio e bainhas conectivas sem recuperação espontânea

* PATOLOGIA DE APRESENTAÇÃO :

– qualquer que seja o tipo de apresentação ,ele é’age de’trauma nas raízes do OP por tração no’ombro ou cabeça
1- Birth by apresentação cefálica : manobras de cabeça em rotação e abaixamento da’ombro
2- culatra nascimento : Retenção última cabeça

  • atteintes PROXIMAL (ALTA) C5-C6 Paralisia do’ombro, cotovelo, supinação e’inclinação radial do punho = paralisia DUCHENNE-ERB + 75% caso
  • REALIZAÇÃO distal (BASSES) C8 D1 Paralisia da mão
  • Total afectada C5 D1 representar 25% casos

IV- EXAME :

Variável de acordo com l’idade com características comuns

QUATRO
– MS flange ,doloroso (pranto)
– MS hipertónica saudável com flexão fisiológica
– saldo do passivo articular normal

Lactentes e Crianças, Com o crescimento do osso foi:
– atitudes viciosas (braço RI, ballante principal,cotovelo F °)
– limitações articulares encolher ou desequilíbrio do músculo entre agonista e antagonista
– muscular Testing
– ex neurológica ( a remoção de uma patologia centro)
– Reflexos e Tonus
D’outros sinais vêm s’adicionar aos já descritos :

SIGN-CLAUDE BERNARD HORNER no lado da lesão rasgando a raiz C8ou Tl a l’interior do canal medular (associação ptose, énophtalmie et miose),

Atingir o nervo frênico (C3-C4),resultando em paralisia do diafragma ipsilateral muitas vezes levando a angústia respiratória,

V- COMENTÁRIOS PARACLINIQUES :

– permite o diagnóstico
– Determina o nível ferido
RX PADRÃO = fratura da clavícula ou do’úmero
EMG = É a partir do 3º mês, difícil interpretação, doloroso
IRM = Para ver as raízes e pseudoméningocèles

WE- EVOLUÇÃO :

  • Recuperação começa quando trauma passado
  • espontaneamente na maior parte dos casos ,ou cirurgicamente por nervo enxertia sobre exploração e 2 uma 3 anos favorecendo mão
  • O tratamento de sequelas será considerado apenas’após estagnação da recuperação além 03 anos.

VII- TRATAMENTO :

reeducação :

  • Os objetivos da reabilitação são preservar a mobilidade das articulações para permitir a realização dos movimentos quando se recuperando músculos. Só começa após as três primeiras semanas de vida, para não causar d’alongamento extra e permite uma cicatrização adequada dos nervos, eu’criança sendo mais dolorosa. para este, o membro superior é mantida em uma funda em cotovelo rotação interna contra o corpo.
  • Durante o período de recuperação, três tipos de trabalho associados : mobilização passiva e activa, especialmente, mantendo posturas el’terapia ocupacional.
  • eu’uso de’talas posturais são muitas vezes essenciais para’evitando posições cruéis ou colocando o segmento do membro em uma posição funcional.
  • A reabilitação também deve levar em consideração os diferentes distúrbios sensoriais’eles são difíceis de avaliar. Esta reabilitação inclui repetida estimulação manuais tipo de contacto, massagens, d’alternando quente e frio, estimulação por estruturas de toque, diferente forma e consistência

cirurgia do nervo :

  • ocorre principalmente entre 06 meses e anos após reunir argumentos clínicos e paraclínicos, permitindo’avaliar o prognóstico para recuperação da’criança. Existem várias possibilidades :
  • A recuperação completa e os primeiros resultados neurapraxiques principalmente lesões do plexo braquial. Esta recuperação é geralmente rápida em poucos dias ou semanas e não requer cirurgia. Somente o tratamento fisioterapêutico pode’manter a mobilidade articular e estimular a recuperação da mobilidade ativa do’criança além do 1º mês quando o’criança f—’é mais doloroso.
  • eu’falta de recuperação geralmente coincide com a’existência d’paralisia grave do plexo, ou total. Essa eventualidade implica a realização de’exames adicionais para procurar sinais de’avulsão da raiz (ressonância magnética) e desnervação (eletromiograma). eu’indicação cirúrgica é solicitada a partir do 3º mês.

finalmente, recuperação pode ser parcial em sua topografia ou na’intensidade da força muscular de diferentes grupos. Quando’ele é’atos de paralisia proximal (flexão do cotovelo e abdução, rotação externa do’ombro) testemunhando para’uma lesão C5-C6 ou C5-C6-C7, eu’Ausência de

sequelas de cirurgia :

Cirurgia secundária do plexo braquial f—’intervém apenas quando as possibilidades de recuperação nervosa estão esgotadas. Na maioria dos casos, intervenções de transferência muscular não são realizadas antes do’idade 2 para 3 anos em que recuperação espontânea ou adquirida após a cirurgia s’fora de catálogo. mais, procedimentos ósseas são realizados muito mais tarde, para’idade da puberdade.

  • transferência de tendão
  • intervenções paliativas ósseas (de’ostéotomie a l’artrodese)
  • amputações

VIII- CONCLUSÃO :

  • As técnicas de processamento diferentes são complementares e permitem, quando’eles estão associados, para dar três quartos das crianças tração suficiente para um membro superior não dominante.
  • Embora esteja sendo feito progresso no’para chegar, cirurgia f—’isso é’um meio de recuperar o atraso.
  • Prevenção encontra seu lugar tanto no acompanhamento da gravidez (prevenção de mães obesas) nas indicações cesarianas.
  • Finalmente, o PEC multidisciplinar com a cooperação dos pais merece mais’interesse .
  • A PEC psicológicos envolvidos em todas as fases (idade escolar +++)

Curso do Dr. BELGHOUL – Faculdade de Constantino